O Cavaleiro do templo I – Sérgio Luiz Gallina
maisQnada/2008 – Romance Histórico – 16 x 23
ISBN: 978-85-61797-00-3
R$35,00
“O Cavaleiro do Templo”, um romance sobre as Cruzadas medievais.
O volume de estréia do escritor gaúcho Sérgio Luiz Gallina integra um projeto editorial de caráter histórico e didático composto por mais três livros que abordam a temática das relações entre Cristianismo e Islamismo
O romance histórico e didático de Sérgio Luiz Gallina ambientado no século XII, em meio ao cenário das Cruzadas medievais. O livro conta com o prefácio do professor e pesquisador da Ufrgs, José Rivair Macedo, um dos maiores especialistas em Idade Média do Brasil.
“O Cavaleiro do Templo” se passa nos séculos XII e XIII da era Cristã e ilustra um dos mais ricos períodos da Idade Média, marcado pela reabertura das rotas de peregrinação da Europa Ocidental para Jerusalém e pelo estabelecimento de novas relações entre o Ocidente cristão e o Oriente islâmico que se refletem até os dias atuais.
Fruto de uma ampla pesquisa bibliográfica do autor, que dura mais de 15 anos e se baseou nos mais renomados historiadores de Idade Média, o romance apresenta ao leitor uma rede de personagens, entre fictícios e históricos, como o Rei Henrique II Plantageneta da Inglaterra, o Rei Felipe Augusto da França, o arcebispo de Canterbury Thomas Becket, Saladino, Henrique Coração de Leão, entre outros, envolvidos em dramas e conquistas pessoais.
O romance “O Cavaleiro do Templo” é o primeiro volume de uma série de quatro livros, cujas publicações devem ocorrer ao longo dos próximos 2 anos. O volume II esta editado e o III já está em fase de revisão enquanto o autor trabalha atualmente no volume IV.
O livro é considerado um romance histórico e didático, pois sua narrativa, além de estar baseada neste cenário das Cruzadas, também busca contextualizar esta conjuntura, se diferenciando das demais obras literárias do gênero. As contribuições do escritor e pesquisador ocorrem ao longo do livro através de comentários explicativos, ou citações, inseridos no próprio corpo do texto, constituindo-se em uma forma original de esclarecimento sem comprometer o ritmo da narrativa. Neste sentido, é um romance didático também, pois não somente trata sobre a história enquanto ciência, como busca torná-la acessível ao leitor.
“O século XII foi tão revolucionário que vários historiadores antecipam o renascer do conhecimento antigo ao que é comumente chamado de Renascimento do Século XII. Foi um tempo de muita violência, sobretudo na Terra Santa, mas também de busca incessante do saber, das traduções do grego e do árabe, das catedrais góticas, das escolas urbanas, da dialética e do nascimento das universidades. A obra visa contextualizar o leitor em um mundo no qual estavam se firmando valores e ideais de uma nova sociedade européia, em especial, as bases dos estados nacionais”, esclarece o autor.
Além disso, “O Cavaleiro do Templo” é também um romance de filosofia, que investiga racionalmente as revelações, os dogmas sagrados e suas verdades. À medida que o autor traz à tona as premissas que nortearam o imaginário feudal, com seus reis e rainhas, cavaleiros e damas, clérigos e monges, burgueses e camponeses, acaba por tratar os conceitos e valores que fizeram da Idade Média um tempo de crendice e superstição, de fanatismo religioso, mas também um tempo de despertar para o saber, para a ciência, a filosofia e as artes, um tempo que marcou o pensamento moderno.
Uma das principais referências, e também fonte de inspiração, para esta obra é o polêmico livro-reportagem “O Santo Graal e a Linhagem Sagrada”, dos escritores britânicos Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln. “Quando li este livro, em 1994, foi a primeira vez que ouvi falar sobre os cátaros e os cavaleiros templários, e muito me intrigou o fato de desconhecer uma poderosa ordem militar do passado que nunca fora tratada em sala de aula”, explica Gallina, que cita como outras referências, entre centenas de livros de História, também filmes sobre o período, como “O Nome da Rosa”, “Ivanhoé”, “Robin Hood”, “O Sétimo Selo”, entre outros.
O autor também explica que usou seu conhecimento profissional, em informática, para estruturar e dar suporte ao seu primeiro trabalho literário voltado para publicação. “A idéia de escrever O Cavaleiro de Templo como um romance nasceu à medida que eu lia livros de História, entrelaçando fatos, idéias e sensações. Montei um banco de dados, onde anotava tudo o que me interessava, datas, eventos, locais, o que facilitou a construção da narrativa, pois possuía uma cronologia pronta, recheada de citações bibliográficas e incontáveis idéias registradas ao longo de anos de pesquisa”, explica Gallina.
SOBRE O AUTOR
Sérgio Luiz Gallina é escritor, pesquisador medieval, membro da Associação Brasileira de Estudos Medievais (ABREM) e membro do GT Estudos Medievais da Associação Nacional dos Professores Universitários de História (ANPUH/RS). Com formação na área de Informática e Gestão Empresarial, Gallina, natural de Porto Alegre, começou a trabalhar neste projeto há cerca de 15 anos influenciado pela leitura do polêmico livro-reportagem “O Santo Graal e a Linhagem Sagrada”, de Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln.
O Cavaleiro do templo II – Sérgio Luiz Gallina
maisQnada/2009 – Romance Histórico – 16 x 23
ISBN: 978-85-61797-02-7
R$ 40,00
Citações
“Eu posso garantir que é um livro interessante, não apenas como romance (como uma estrutura de romance), mas também pelas possibilidades de conhecimento da Idade Média. Então, de uma maneira bastante fluida, Sérgio Luiz Gallina, nos dá aqui, uma amostra do seu talento literário, do seu talento de historiador, com “O Cavaleiro do Templo”, da editora maisQnada. Recomendação de leitura, portanto!”,
Luis Antonio de Assis Brasil
“A obra é muito interessante porque ela de uma maneira romântica, de uma maneira agradável e progressiva, pelos seus personagens, numa exatidão filosófica, no sentido de elaborar os argumentos da lógica, dos diálogos leves, rápidos e objetivos. Então esse é um aspecto para mim muito importante no sentido de propor Cristo a discussão. Achei fantástico, antológico mesmo.”
Frei Rovílio Costa
—————————————–
Assista a apresentação do prefaciador da obra, o professor e coordenador da pós-graduação em História da UFRGS, o Sr. José Rivair Macedo


