A RAZÃO UNIVERSAL, O ESPÍRITO FILOSÓFICO E O EDUCADO

A Razão Universal, o Espírito Filosófico e o Educado – Janice Jandrey

maisQnada 2011 – Educação, poesia, arteterapia – 21 x 30 – 470 pág.

ISBN: 978-85-61797-14-0

R$50,00

 

Livro de educação da professora Janice Jandrey, que navega na naus da poésis grega, em pensamentos filosóficos exo e esotéricos, findando/ou/começando na construção de uma alegoria que envolve arteterapia e poesia em sala de aula.

Da vivência em educar uma turma de alunos recolhidos por problemas disciplinares diversos da rede pública de ensino da cidade de Porto Alegre, Janice nos revela o quanto um gênero literário renegado pela grande maioria do povo brasileiro, inclusive por uma parcela da elite intelectual desta, a poesia, revela-se o sustentáculo da mudança obtida no intelecto desses alunos.

Um olhar repleto de ternura e angústia, cheio de contemplação e temor, vasto em cosmologia e sincronicidade… um olhar que merece ser visto de perto.

E assim dito na sua voz, carregada de signos de todos os tempos, o livro incita o que ora lerás:

“Deste modo, destacamos que ao adentrar neste mundo (re)criado por mim, podendo ver o pensamento — em sua forma alegórica —, como construíram diversos pensadores, e sem nenhuma pretensão, linguagens “esotéricas” e “exotéricas” do conhecimento humano se farão presentes em poemas, pressupostos teóricos e alegorias, que reforçam minha atitude “peregrina” neste “trânsito” da Nova(H)Era. Uma peregrinação ao mundo das ideias, transmitindo para EDUCAÇÃO este aprendizado. Uma mesa farta para quem quiser se servir do produto final — a Obra.

O “hibridismo” na minha fala com os teóricos, é uma forma de dialogar no limite das ideias, através de mananciais do conhecimento do Hipertexto. A destacada Nova (H)Era, advinda do mito da figura feminina Hera, na História remete a uma “revolução” de valores — de “novas ordens”. Alegorias recheadas de “humor negro”, que diverte ao mesmo tempo que desconcerta, justamente por que dialoga com vivências e experiências cotidianas.

Nesta Tipologia Textual, onde diálogos inter e intratextuais meus com as obras consultadas, resultam em um apresentação formal atípica, uma espécie de compilação, ou “enciclopédia”, uma “bricolagem enciclopédica” entre ideias de autores teóricos e a minha vivência.”