Um grito veio com o vento
pampeiro eriçar minha alma
um grito de muito carinho
de Vana, prenda sem calma
que pinta, borda, modela,
desenha, cozinha como ninguém
e escreve, que de todas estas artes
creio que seja a de sua mais valia
não desmerecendo as outras
onde, querendo, ela se cria
Será Vana a Samaritana?
E a ela, quem água dá?
Vida, vida, vida…
agora a escorrer vais
grito temporão, primeiro
“palpável de muito mais”
Vana,
do coração.
O que escrevi foi antes de ver as orelhas do teu belo livro, onde entregas parte do que intui aqui, até por conhecer tua história, e parte das histórias que aqui estão.
Parabéns, parabéns, parabéns.
Beijão.
Inacio.
